Alan Dubner

Alan DubnerEu j√° vivi muitas experi√™ncias em diversos locais, sendo que muitas delas pareciam que produziriam efeitos de transforma√ß√£o. Eu sempre me dizia: Achei! √Č isso! Mas nunca realmente mudava e eu ficava me culpando pelo fracasso. Com Shining Woman foi o contr√°rio. No ‚Äúdurante‚ÄĚ n√£o tive a impress√£o de qualquer possibilidade de transforma√ß√£o, mas pouco a pouco, na pr√°tica, estou realmente me transformando. Fico impressionado com depoimentos semelhantes de outras pessoas. Muitos sentem o que eu sinto.

No in√≠cio, estranhei. As pessoas que estavam ali eram diferentes de mim. Um dia, n√£o sei o que foi, nem quando foi, mas em determinado momento tive muita vontade de chorar. Era uma sensa√ß√£o de agradecimento… De profundo agradecimento pelo simples fato de existir. N√£o era de tristeza ou de alegria, nem por motivo algum. Era apenas uma sensa√ß√£o de um profundo reconhecimento de alguma coisa h√° muito tempo esquecida ou adormecida. Quando chorei, ningu√©m me acudiu. Mas todos me acolheram. Eu j√° era um deles. Pessoas com suas belezas pr√≥prias, transpirando humildemente suas sabedorias.

Desse dia em diante vejo o mundo de uma nova maneira. Mais simples, mais conectada com a natureza e com os seres que como eu, estão tendo uma experiência humana.

Alan Dubner
Empres√°rio e Consultor de Marketing Digital e Customer Experience (www.cybermind.com.br)
Escreveu com sua esposa um livro de amor: www.almagemea.com.br